Born To Lose
Live To Win
Born To Lose
Live To Win

Como pude ser tão ignorante
A ponto de cegar meu coração
Durante todo esse tempo?
Poderia alimentar-me da fraqueza
Mas nisso não haveria qualquer
Triunfo para minh'alma
pois quero ter a certeza
que é para acontecer por algum
triunfo justo, não por momento
De fraqueza e sensibilidade
Pois por isso não posso ter ganho,
Mas preferia saber que foi de maneira
Prudente e de sobriedade
minha ignorancia foi um inocente
Querer de minha alma para me assegurar
Posso não ter meu sonho realizado
Mas sempre estarei à saber
Que jamais aproveitei de alguma fraqueza
fazendo querer de uma maneira insensata.

Nada sabe do amor,
Nada sabe sobre o calor
Que cega a muitos
Por enchergarem com o coração.
Ele ama, mas saberá amar?
Livre das consequencias,
Preso em sua prudencia
Visão de ver os outros.
Por se encantar uma vez em sua vida
Acaba por se esquecer da cobiça,
Que persegue seu amor
Fazando-o cair em ato desesperador
De atacar patadas ao inocente
Por sua vez que seria no assassino
Ladrões que chegam como amigo e como amigo é tormento!
Quando descobre, o monstro se perdeu
Cegou-se, podendo não mais esperar
Seu sonho embaixo daquela arvore
Perguntando, o que o coração só bate para descobrir
Quando?!? quando poderá bater
Com ritmo de felicidade?
Por seu amor de pura sensibilidade.
Sua amada pede sua mão
Mesmo à chuva , às testemunhas
que eram desejadas
tudo ignorado por ela
Tudo que queria era ser amada
Não importa o monstro que era
ela o via como um coração
e o disse:-"Nós somos um".
O monstruoso coração bateu em ritmo alegre
Ao saber que cada um,
Vive dentro dele agora.
Mas em um ar de derrota
O monstro acorda
E a realidade o mostra
Que ainda está preso
Em sua torre, que
Segura-o, pois nunca amou.
Em sua tristeza ele jamais
Desejou a partir deste, tanto
Sua amada que ao acabar do
Escrever sua carta jamais a integrou
Mas algo o atormenta, não
O fato de acordar do sonho
Tão belo que o fez escrever coisas belas
Mas sim por sonhar, pois o sonho
Para ele foi lindo, e agora,
que encontra sxeu tormento,
O sonho acabou,
Sendo um simples sonho.
O fim consiste em saber tudo o que é para saber
Ou apenas um modo da estrada dar um fim ao viver?
Para sempre pode ser para alguns tudo
Para outros simples maneira de tempo
A escuridão me envolve, o inverno da minha vida vida
Veio por muito cedo
Virando um transtorno de puro medo
Trazendo grande tormento
Não pôdes esperar por mim por muito,
Mas por muito espero.
Posso eu parar no tempo?
Vivendo na angustia espera?
Confesso, não posso consquistar cousa alguma
Com os olhos aprisionados na passada vida
Tocou meu coração com uma simples razão
E essa razão meu fim consiste em saber.
Ele nos ensina da maneira cruel,
Fria, mostrando o
que era para ser feito
não deixar para depois
O que o momento nos dá
Oportunidade.
Você nunca esquece dele
Ele é um dos principais ensinos que a vida, nos propõe
Pois com ele podemos seguior com o bem necessario que um sombrio passado
nos deixou.
Esse bem pode ser para toda uma vida um perfeito aprendizado.
pode ser ele mal pode ser ele bom
Jamais deixará de ser ensinado.
mas, se ele é sempre aprendido...
já não esta mais a meu cargo.
Algo que não podemos fazer
é mudar, voltar no tempo.
O que foi feito foi escrito nas pedras
Naõ há como mudar.
Pois é gravado onde as leis de Deus foram escritas
Ou seja podem ser esquecidas mas jamais apagadas
As pedrass são o tempo a ser vivido
Cada pecado poderá ser perdoado mas,
não significa apagado
Pode-se, sim, mudar de pagina,
Mudar completamente
Mas tudo pode ser enterrado
Enterramos o que o passado
Plantou de ruim e podemos
Levar o que nos trouxe de bom
o ensinamento
O que aprendemos , muito de bom
Pode nos trazer independente
Da tendencia a ser seguida
Para que possa ser ensinado
Tudo a seu tempo,
E vontade.
Gritarei pela passagem do tempo sem alguma essperança
Faria o possivel e o impossivel
Mas estou preso nessa torre
Onde nada posso fazer daqui
Apenas tentar me libertar
Para que um dia eu vá de encontro a ela
Necessito do ar para viver mas sem ela nada parece ter ar
Preciso dela para silenciar as vozes que querem me levar a loucura
Segredos não são contados por acaso
Confiança não se ganha se conquista
Palavras e palavras foram escritas mas todas levam a uma unica razão
Que a amo não importa o que aconteça
Finalizo aqui minhas palavras com as de shakespeare
"Nossas duvidas são traidoras deixando-nos perder o que muitas vezes poderiamos ter ganho"
... estou em meu direito de arriscar.
E o mundo ficará gelado
coisas impuras borbulharam da terra
Grandes tempestades virão
O raio a iiluminar fogo a queimar
bestas apodrecerão e seus corpos retorcidos tombarão
brilhe de negro o sol brilhe de sangue a lua a profecia da destruição está proxima
Os grandes mestres se erguerão quebraram sua fome
nos consumindo inteiramente
quando o tempo chagar ouvirão falar da Era do sangue fraco
brilhe de negro o sol brilhe de sanhgue a lua a profecia está proxima
... vindo os sem clã a destruição de nossa geração
voces o reconhecerão pelos selvagens pelo despertar
de alguns dos mais antigos e aqueles que comem o sangue do coração florescerão
brilhe de negro o sol brilhe de sangue a lua a profecia da destruição está proxima
Este foi um poema feito por mim e pelo Rafael (http://www.tonello1988.blogger.com.br/) ao som de Gamma Ray e Blackmore's Night. Bom, Textículos foi inspirado através do som de Gamma Ray. São profetizaçoes de dois homens loucos e razões para tuas insanidades. Emocionem-se com este poema!
~ Insanas Razões
Textícolos revelam vossos pensamentos
Embriagados pelo vitae humano
Pela ausência de sobriedade
Aparentamos apenas bêbados insanos
Considerados homens loucos
Expressamos vossos sentimentos
Poucas linhas de insanidade são precisas
Então vossos pensamentos ficam expostos
Impuras vossas imaginações
Tão pouco puras vossas intenções
Capazes de inúmeros atos insanos
Inconsequêntes de vossas decisões
Mas para tudo há suas razões
Tonello, 1988 / Reinhardt Schneider, 189 a.C. - 05/01/2005
Se estivesse esquecido esse tempo jamais consegueria ser o que sou.
Mesmo todas as tristezas trazem um pouco de alegria e sabe qual é... um aprendizado que jamais esquecerá não cometer o mesmo erro novamente, pois o professor é o arrependimento, um professor que ensina com muita dureza.
A sociedade falhou em me tolerar
E eu falhei em tolerar a sociedade
Eu não consigo encontrar o que você idolatra
Por dentro eu ouço ecos de uma guerra interna
Nada pode tirar o horror de mim
Seu mundo doente, a perda de toda moralidade
Meu ódio cresce forte como minha confusão
Minha única esperança, minha única solução
É a revolução violenta
Revolução Violenta
Revolução Violenta
Razão para o povo destruir
Eu não preciso de uma causa para minha raiva
Apenas desprezo a natureza da raça humana
Quando tudo que vejo é repugnância e ódio
A violência se torna minha única amiga
Minha virtude ressalva
Quando o amor está perdido, além de seu controle
Uma pálida sombra de luxúria
Não consegue iluminar sua alma
Então mantenha sua fria e amarga ilusão
Não preciso de seu mundo vazio
Minha única solução é a
Revolução violenta
Revolução Violenta
Revolução Violenta
Razão para o povo destruir
Não há mais beleza, está tudo perdido
E a utopia não virá
Confiança eu não sinto, somente dor
E minha mente em chamas ficou insana
Lua cheia
(Tolkki)
Brilhando lá no céu
Ilumine nosso caminho através da terra
Nuvens negras à sua frente
Rosto desaparecendo no nevoeiro
Nesta minha prisão
Minha alma jaz em desespero
Minha mente vaga através do tempo
Diga-me qual é meu crime
O que está por trás das mentiras
Coração tão frio quanto gelo
Nesta minha prisão
Minha alma jaz em desespero
Você não vai me libertar?
Agora eu devo partir
A Terra dá voltas, e estamos sujeitos a isso.
A viver um vida instavel e cheia de voltas,
Cada minuto é um minuto,
Cada dia é um dia ,
O que fizemos, fizemos,
O que não fizemos... não fizemos.
Vikings: Os velhos marinheiros
Afurore Normannorum, libera nos, Domine-
"Do furor dos normandos, livra-nos, Senhor"
suplicavam os povos da França, Itália e Espanha lá pelos idos do ano mil. E o medo dessa
gente era bem justificado: os vikings - e depois seus descendentes, os normandos-
devastaram durante três seculos (800 a 1100) as costas da Europa Ocidental com suas arrojadas
incursões.
Mas os vikings passaram À História menos como um povo belicoso e mais como audaciosos
navegantes - o que é igualmente bem justificado, pois, quando chegaram à Escandinávia via
Dinamarca, por volta do século VII, souberam construir frotas de centenas de embarcações com as
quais desafiaram a Islândia e Groelândia, onde fundaram colônias agrícolas; as costas do
mediterrâneo, onde saquearam a valer; a Europa Oriental, onde estabeleceram poderosos Estados,
dos quais nasceria a Rússia; o norte da França, onde fundaram o ducado da Normandia - que viria
a ser de grande importancia para a história da Europa; a América do norte, onde não chegaram a
fazer muita coisa, tanto que sua presença nessa região antes de Colombo é até hoje contestada.
Empreenderam heróicas viagens pelo Mar Cáspio, Mar Negro, OceanoÁrtico e Atlântico Norte.
E Guerrearam com bravura, e carregaram prata, sedas e especia rias do leste, marfim de
leão-marinho e peles, do norte.
Antes de se converterem ao cristianismo, acreditavam nos deuses germanicos. Mas, acima de tudo,
acreditavam no seu próprio valor:
"Diga-me qual é sua fé" - perguntou um viking a outro.
"Creio na minha própria força", foi a resposta.
A história Viking foi reconstruída pelos estudiosos principalmente pelo exame de
relíquias que foram encontradas sepultadas em embarcações
Simbolo do martelo
Além de sua ultilidade como instrumento, o martelo, para os vikings tinha também o valor
de um amuleto, ou seja, um objeto mágico que protege seu dono contra todos os perigos.
Quando se converteram ao cristianismo, os vikings adaptaram o martelo como simbolo
à forma da cruz, mantendo todavia seu sentido religioso original: o martelo ( chmado
Mjolnir) era a arma de Thor, o deus do trovão. Religião à parte as ferramentas eram tão boas
como as de qualquer outro povo e, a rigor, só viriam a ser superadas pelos implementos surgidos
com a Revolução Industrial, 800 anos após.
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BRASIL, Sudeste, MOGI-MIRIM, Homem, de 15 a 19 anos, Portuguese, English, Música, Livros, RPG
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